Governador confirma fim do racionamento e chama os opositores de incompetentes

O governador Ricardo Coutinho (PSB) rebateu aos ataques da oposição feitos após anúncio de data para o fim do racionamento de água em Campina Grande. Ricardo Coutinho afirmou que as críticas representam o “choro de incompetentes”.

Segundo ele, Campina Grande vai sair do sistema de racionamento porque o Açude de Boqueirão se aproxima dos 8%, saindo do volume morto. Ele reforça que o volume que abastece a cidade e municípios da região é inferior ao que entra no reservatório.

“Se a gente recebesse o volume correto já teríamos retirado do racionamento em julho, só não tiramos porque houve uma diminuição em razão da manutenção de bombas nas estações elevatórias. O resto é choro de incompetente”, alfinetou.

O secretário de Infraestrutura e Recursos Hídricos da Paraíba, João Azevedo, endossou as declarações e, nesta quarta-feira (09), disse que a decisão foi acertada, pois o racionamento é prejudicial para o sistema de abastecimento e também para a população.

A data para a liberação da água de forma regular é o próximo dia 26 de agosto, período em que o açude deve atingir a capacidade de 8,2%, que é quando sai do volume morto. Atualmente o açude encontra-se com 7,9%.

– Sabemos que sem a transposição, Campina Grande e as outras cidades da região estariam vivendo um colapso hídrico muito grande, mas esse racionamento, que se estende por mais de dois anos, causa transtorno à população. Era uma preocupação constante do governador no sentido de anteciparmos e realizarmos essa operação o mais breve possível, pois todas as condições técnicas permitiram essa tomada de decisão. Estamos fazendo isso com muita tranquilidade, mas é importante dizer que água é um bem finito e precisamos manter o controle e o uso racional – disse.

Para ele, o fim do racionamento é um marco para toda essa região, e estava dentro da previsão do Governo do Estado.

“Tudo estava dentro da previsão do Governo do Estado, desde a chegada das águas do São Francisco até o açude de Boqueirão. Nós sabemos que se essa água não chegasse em agosto deste ano, essa região entraria em um caos. Houve um esforço muito grande do Ministério da Integração, do Governo do Estado, do Dnocs e nós conseguimos fazer com que essa água saísse de Monteiro e chegasse em Boqueirão em menos de 45 dias e isso permitiu que nós chegássemos a esta ação de hoje”, adiantou.
PB Agora

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