Hospital Pedro I completa quatro anos de municipalização

Completaram-se quatro anos desde a municipalização do Hospital Pedro I. A Prefeitura de Campina Grande municipalizou os serviços da unidade em outubro de 2013 e, desde então, tem consolidado os serviços do hospital. A alta complexidade é um dos focos da gestão e, durante os quatro anos, mais de 8 mil cirurgias eletivas foram realizadas.
 
As cirurgias realizadas são de ginecologia, ouvido, nariz e garganta, vascular, cirurgia geral, cardiologia, neurologia e mastologia. Várias reformas foram feitas nas cinco salas de cirurgias, na sala de Recuperação Pós-anestésica-RPA e a Central de Material e Esterilização – CME, e o serviço foi sendo ampliado a cada ano. Em 2015 o Pedro I foi o hospital público que mais fez cirurgias no estado da Paraíba. Em 2017 a unidade também passou a fazer os procedimentos de vasectomia e histerectomia.

Além da alta complexidade, a prefeitura vem investido em outros setores do hospital. Por meio de uma parceria com a Unifacisa, foi criado o Pedro I Especialidades, um espaço de consultas e exames com capacidade para até 5 mil atendimentos por mês. As consultas são nas especialidades de anestesia, cardiologia, cirurgia geral, ginecologia, mastologia, cirurgia pediátrica, otorrinolaringologia, urologia e medicina vascular. Desta parceria nasceu ainda a Ala Geriátrica, que tem 20 leitos específicos para o atendimento ambulatorial e internação de idosos, e está sendo implantada a Ala Pediátrica, com o mesmo serviço voltado para crianças.
 
E o mais novo serviço incorporado ao Pedro I é inédito no Nordeste: o atendimento odontológico a pacientes com necessidades especiais dentro do ambiente hospitalar, compreendendo desde os procedimentos simples até cirurgias de alta complexidade, inaugurado este ano na unidade.
 
Vale lembrar ainda que desde a incorporação pela Prefeitura Municipal de Campina Grande, o Pedro I ganhou novos equipamentos de mamografia e tomografia e o Centro de Imagem realiza agora os exames de mamografia, ultrassonografia, tomografia, espirometria, eletrocardiograma, raio-x e ecocardiograma.
 
A prefeitura não somente evitou que o mais antigo hospital de Campina Grande, que foi fundado pela Maçonaria, fosse fechado, como também ampliou os serviços, democratizou ainda mais o acesso e tornou o Pedro I em uma referência em saúde pública no estado. “Campina Grande assistia ao fechamento de vários hospitais e, com essa decisão de comprar o Pedro I, mantivemos os empregos das pessoas e, mais importante, garantimos mais acesso à média e alta complexidade do usuário da Rede de Atenção Básica”, avaliou o prefeito Romero Rodrigues.

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