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Gestores federais e dos estados definem estratégias para inclusão

O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome está desenvolvendo um trabalho conjunto com os estados brasileiros para a ampliar a inclusão de populações tradicionais no Cadastro Único de programas sociais do governo federal. Atualmente, existem no Brasil 16 grupos pertencentes a essas comunidades e cerca de 400 mil indivíduos estão inscritos no Cadastro Único para programas sociais do governo.

Para discutir metas e estratégias de ação voltadas à inclusão social destas populações tradicionais e grupos específicos que vivem em situações de pobreza nas diferentes regiões do país, técnicos do governo federal se reuniram, nesta quinta-feira (8), em Brasília, com gestores e técnicos de sete estados da federação – Amapá, Bahia, Maranhão, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo.

A meta é localizar e incluir esses grupos no Cadastro Único de programas sociais do governo federal. São famílias e indivíduos pertencentes a comunidades de quilombolas, extrativistas, acampados e assentados, comunidades de terreiros e catadores de material reciclável que ainda não são atendidos pela rede pública de proteção social.

“É um trabalho conjunto que busca garantir às populações tradicionais e de grupos específicos o acesso a uma rede integrada de serviços e programas voltados à melhoria das condições de vida dessas comunidades”, explicou a secretária Nacional de Renda e Cidadania adjunta do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Letícia Bartholo, na abertura do evento.

As metas e ações discutidas no encontro incluem estratégias de localização dessas comunidades por meio da busca ativa, inscrição e atualização cadastral além da oferta de serviços de proteção social. Uma vez cadastrados, essas pessoas têm acesso a direitos, oportunidades e serviços nas áreas de saúde, educação, trabalho e renda, entre outros.

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