Quarta-Feira, 19 de Junho de 2019

Idosos acamados e alérgicos podem agendar vacinação contra a gripe

A Campanha Nacional de Imunização contra a Influenza 2019 começou no dia 10 de abril e segue até 31 de maio. Dentro dos grupos prioritários estão os idosos, a partir de 60 anos de idade. Mas muitos se encontram acamados, por problemas de saúde, e não têm como se deslocar até uma Unidade Básica de Saúde para receber a vacinação. Nestes casos, é possível fazer o agendamento para receber a vacina em domicílio.

O agendamento pode ser feito diretamente na Unidade Básica de Saúde da área de cobertura da residência do idoso. No caso de áreas descobertas, em que não há UBS responsável pelo atendimento da região, o agendamento deve ser feito diretamente com a Coordenação de Imunização, por meio do telefone (83) 3310-6335.

Além dos idosos, as pessoas que fazem parte de algum grupo prioritário, mas que têm alergia à proteína do ovo, material do qual é feita a injeção, também devem entrar em contato com a Coordenação de Imunização para fazer o agendamento de aplicação da vacina.

No caso dos alérgicos, o agendamento é necessário porque a administração da vacina, nestas pessoas, somente pode ser feita em ambiente hospitalar, sob a supervisão de equipe médica de pronto socorro, para o caso de ocorrer alguma intercorrência. No caso de crianças, também se faz necessária a presença de um pediatra. Estes procedimentos são feitos geralmente nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), mas o agendamento também é por meio da Coordenação de Imunização, pelo telefone (83) 3310-6335.

Até a quarta-feira, 16, já tinham sido vacinados 73,15% do público-alvo da campanha em Campina Grande, o que totaliza 76.976 pessoas. Alguns grupos já superaram a meta de vacinação estipulada pelo Ministério da Saúde, que é de no mínimo 90%, como os professores e os pacientes com comorbidades. O grupo com menor índice de vacinação é o de crianças, do qual apenas 60% se imunizaram. Idosos e puérperas também estão na casa dos 60% e gestantes e trabalhadores em saúde já ultrapassaram os 80%.

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