Cidades

MP quer informações para proteger animais

A Promotoria de Justiça da Saúde de João Pessoa requisitou que a Gerência de Vigilância Ambiental e Zoonoses de João Pessoa remeta informações acerca as medidas adotadas em relação aos animais que se encontram em situação de risco e de rua, os quais forem diagnosticados com esporotricose.

Além disso, a gerência deverá encaminhar, no prazo de 30 dias, portaria para tornar obrigatória a notificação de casos de esporotricose animal no município de João Pessoa. O assunto foi debatido nesta segunda-feira (18), em audiência realizada pela Promotoria da Saúde, na Capital.

A audiência foi presidida pela promotora de Justiça Jovana Tabosa, que explicou que o objetivo da presente audiência é tratar sobre o atual surto de Esporotricose, identificado no município de João Pessoa.

Participaram da audiência Francisco José Garcia, representante da Comissão de Direito Animal da OAB-PB; Nilton Guedes do Nascimento, da Gerência de Vigilância Ambiental e Zoonoses de João Pessoa; Silvio Ribeiro Pereira, diretor da Vigilância em Saúde do Município de João Pessoa; Domingos Lugo, presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária da Paraíba; Francisco de Assis Azevedo, chefe do Núcleo do Controle de Zoonoses da Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba; Santuza Mônica de França Pereira da Fonseca, representante da Comissão de Direito e Bem-estar Animal da UFPB e do Instituto Protecionista SOS Animais e Plantas; e Inácio José Clementino, que representou o Centro de Ciências Agrárias da UFPB em Areia.

A esporotricose é uma micose causada por fungos que ataca vários animais, inclusive o ser humano. Uma das formas de transmissão é através do contato com animais infectados, principalmente gatos.

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