Ludgério: “emenda que favorecia o Ipesq é inconstitucional”

A vereadora Ivonete Ludgério (PSD) esclareceu definitivamente o mal-entendido que se formou a respeito da votação sobre as subvenções sociais. Em entrevista no programa Ponto a Ponto, da TV Itararé, nessa quinta-feira (05), ela explicou que em nenhum momento os vereadores se posicionaram contra qualquer entidade filantrópica, e que a emenda que favorecia o Ipesq não chegou nem a ser votada porque era inconstitucional.

O projeto que atendia as 13 instituições filantrópicas era de origem do Poder Executivo e foi aprovado por maioria. “Os vereadores não votaram contra essas entendidas. Pelo contrário, votaram à favor desse projeto que beneficiou instituições como Apae, Casa da Criança João Moura, Instituto São Vicente de Paula e outras”, explicou.

O mal-entendido ficou por conta de uma emenda, que circulou na internet, que pedia a inclusão do Instituto de Pesquisa Professor Joaquim Amorim Neto (Ipesq), comandado pela médica Adriana Melo. Essa emenda nem chegou a ser votada, porque foi considerada inconstitucional, uma vez que atendida a uma entidade que não era filantrópica e, em segundo lugar, que criava despesas para o município – atribuição não permitida ao vereador. “Admiro e respeito demais a doutora Adriana Melo, mas o que aconteceu foi apenas um mal-entendido”, disse Ivonete.

Durante a entrevista, a presidente da CMCG também falou da sua visita na semana passada a Brasília, quando a feira central de Campina Grande recebeu o título de Patrimônio Imaterial e Cultural do Brasil. Outro assunto importante tratado na capital federal foi a implantação da TV Câmara, que funcionará no canal digital 15-1 e que vai levar a população da Rainha da Borborema as notícias da Casa de Félix Araújo.

A vereadora ainda comentou sobre a decisão do Tribunal de Justiça da Paraíba que manteve suspenso o aumento salarial e o 13º salário dos parlamentares. “Nós vereadores vamos nos reunir na semana que vem para decidir se a Casa vai recorrer, mas por enquanto, estamos obedecendo a decisão da Justiça”, frisou.
CMCG

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