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Romero anuncia ainda esta semana recomposição do secretariado

O prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, mesmo admitindo receber   pressões para tratar do temas, mas como está focado no processo administrativo, não quer antecipar o  processo eleitoral neste momento, em que o País vive uma profunda crise, com reflexos nos estados e municípios.

“Eu estou concentrado na lógica da administração, buscando não perder o compasso diante dessa crise profunda. Eu tenho prazo para isso, mas no momento é focar no trabalho, dentro daquilo que é mais proveitoso para a população campinense”, enfatizou, durante entrevista nesta segunda-feira, 11, na Rádio Correio.

Romero também revelou que ainda esta semana decidirá sobre a recomposição da sua equipe de trabalho, visto que alguns auxiliares deixaram o cargo para disputar um mandato eletivo. “Vou dialogar com todos, óbvio, ouvindo as bases, quando buscarei ajustar dentro daquilo que foi melhor para a cidade”, acentuou.

O prefeito lamentou também as acentuadas quedas nas receitas do município, o que tem criado entraves para o desenvolvimento de projetos e até despesas normais, como folha de pagamento e custeio.

– Para se ter uma ideia do problema o FPM de março deste ano, com relação ao mesmo mês do ano passado, teve uma queda de 18%. E foi pior ainda do que em 2014, 2013, enquanto você tem reajustes nos 12 meses de salários, outras despesas, e você trabalhando com um FPM menor. E se colocar a inflação em cima, as perdas chegam a 30%. Então, a gente tem que se concentrar em superar esses obstáculos, e não ficar debatendo apenas em processo eleitoral”, destacou Romero.

Ele reafirma que as receitas de hoje não são como no passado e   os recursos continuam a cada dia escassos. “O Brasil está vivendo, após a década de 30. A crise é profunda. Só tivemos PIB negativo dois anos seguidos em 1930 e 1931. Hoje devemos entrar para o terceiro ano do PIB negativo. Ou seja, a receita encolheu o que significa dizer que estamos enfrentando uma crise igual à da década de 30. Como o administrador consegue compatibilizar isso; queda de receitas com aumento de despesas”, questionou o prefeito.

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