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Primeiras empresas do Aluízio Campos começam a se instalar

O Complexo Habitacional e Empresarial Aluízio Campos, no bairro do Ligeiro, vai marcar o início de um novo ciclo econômico sustentável para a cidade de Campina Grande e, por extensão, em benefício de todo o Estado da Paraíba. Este é o pensamento do secretário municipal de Planejamento e Gestão, André Agra. Segundo ele, o projeto está em franco processo de desenvolvimento, já se registrando a implantação das primeiras empresas.

Conforme Agra explicou, encontra-se em fase final de construção a empresa Tintas Bela, que deverá começar a operar até o final de novembro. Quem também está se preparando para se instalar no complexo é a metalúrgica J. Ancelmo, cujas equipes estão desenvolvendo a terraplenagem do local e fazendo os primeiros trabalhos de topografia. E uma terceira empresa vai ser anunciada, em breve, pelo prefeito Romero Rodrigues.

De acordo com André Agra, a gestão municipal trabalha firme na fase de prospecção de empresas. “As empresas estão começando a adquirir terrenos e buscando, ainda, a captação de recursos para investimentos no local. É bom frisar, contudo, que o Aluízio Campos é um projeto de mais de 20 anos, pois, ao longo deste tempo, paulatinamente, irá se formar este novo núcleo empresarial e industrial campinense”, afirmou Agra.

A projeção do secretário é de que 400 até 500 empresas (incluindo-se pequenas e micro) fiquem agrupadas no Aluízio Campos, sendo distribuídas em diversos nichos de atividades produtivas, estes representados pelos setores de calçados, alimentos, serviços, panificação (“cidade do pão”), logístico (com grandes centros de distribuição) e também os de base tecnológica avançada (a chamada tecnópolis).

Sobre a geração de empregos, levando-se em conta as empresas já previstas para implantação no setor, mais o chamado Polo de Modas, é provável que Campina Grande ganhe mais 10 mil empregos. “Será, portanto, o início de um novo ciclo de prosperidade e de desenvolvimento econômico sustentável para a cidade e para toda Paraíba, sendo, enfim, um projeto regional, de alavancagem da economia paraibana”, disse.

O caráter regional do Aluízio Campos tem como base a integração de praticamente todas as áreas econômicas paraibanas, contemplando Cabedelo (em fusão do porto), João Pessoa (por conta da logística) e o próprio Sertão (com suas 83 cidades), possibilitando-se criar uma rede de progresso, logística e desenvolvimento regional.
PMCG

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