Embrapa: Lira diz que pesquisa agropecuária tem papel fundamental

Neste domingo, dia 26, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) completa 42 anos de criação. O senador Raimundo Lira (PMDB-PB) utilizou as redes sociais para parabenizar o órgão pelas mais de quadro décadas de fundação e serviços prestados ao Brasil e ao mundo, ressaltando sua importância para o setor agropecuário brasileiro.

Para ele, a pesquisa agropecuária tem papel fundamental na revolução da agricultura tropical no Brasil. Nesses 42 anos, segundo o senador, o Brasil deixou de ser dependente da importação de alimentos, para se tornar um dos maiores produtores de alimentos do mundo.

A Empresa – A Embrapa é vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e foi criada em 26 de abril de 1973. Sua missão é viabilizar soluções de pesquisa, desenvolvimento e inovação para a sustentabilidade da agricultura, em benefício da sociedade brasileira.

Atualmente, a Embrapa é constituída por 47 Unidades Descentralizadas de Pesquisa e Serviço, além de 15 Unidades Centrais, e tem uma equipe de cerca de 2.500 cientistas – a maioria com doutorado ou pós-doutorado. As pesquisas da empresa envolvem grãos, frutas e hortaliças e pecuária e abrangem áreas como biotecnologia, nanotecnologia, agroindústria e os ecossistemas nacionais.

A Embrapa também coordena e integra o Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária (SNPA), constituído pelas Organizações Estaduais de Pesquisa Agropecuária (Oepas), por universidades e institutos de pesquisa de âmbito federal ou estadual e organizações, públicas e privadas, vinculadas à atividade de pesquisa agropecuária.

Lira lembra que a Embrapa viabilizou, através de estudos e tecnologia, o surgimento de uma agropecuária tropical hoje considerada a mais importante do mundo. O senador acredita que o país se encontra no limiar de uma nova revolução tecnológica nas ciências agrárias, o que representa a importância da Embrapa para a economia nacional.

Embrapa Algodão – O senador Raimundo Lira lembrou que o ‘algodão colorido’, como ficou conhecida nacionalmente a variação genética, é resultado de uma pesquisa da Embrapa Algodão da Paraíba. Segundo a Embrapa, cinco variedades são exportadas atualmente para o resto do mundo, principalmente para os países do Japão, Itália e França, além de Estados Unidos, Alemanha, Portugal, Espanha, Suíça, Inglaterra e Dinamarca.

As tonalidades obtidas pelo melhoramento realizado em Campina Grande vão do verde-claro aos marrons escuro, claro e avermelhado. Uma nova variedade deve ser colocada no mercado nos próximos anos na tonalidade marrom.

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